O comediante Jerry Seinfeld respondeu ironicamente a manifestantes pró-Palestina que interromperam sua apresentação, afirmando que enviará o dinheiro dos ingressos para Israel e chamando a si mesmo de racista em tom de zombaria.
Jerry Seinfeld, de 72 anos, reagiu com ironia a manifestantes pró-Palestina que interromperam seu show de stand-up em Chicago, nos Estados Unidos. Durante a apresentação, o comediante ouviu gritos contra Israel e respondeu que enviaria ao país o valor pago pelos ingressos dos responsáveis pelo protesto.
O comediante interrompeu a apresentação para responder diretamente aos manifestantes. Ele declarou: "Vou descobrir quanto você pagou pelo ingresso e mandar esse dinheiro para Israel", enquanto os manifestantes eram retirados do local. O momento foi registrado por pessoas que acompanhavam o espetáculo e ganhou ampla repercussão nas redes sociais.
- Jerry Seinfeld afirmou que doaria o valor dos ingressos dos manifestantes para Israel.
- Os protestos ocorreram durante um show em Chicago, nos EUA.
- O comediante ironizou as acusações de genocídio feitas pela plateia.
- Seinfeld tem apoio declarado a Israel desde o início da guerra em Gaza.
- Sua esposa, Jessica Seinfeld, também participa de atos pró-Israel.
Reação sarcástica às acusações
Antes da resposta principal, um dos manifestantes havia gritado que a Palestina seria livre, enquanto outro acusou Israel de cometer genocídio na Faixa de Gaza. Seinfeld reagiu com sarcasmo às acusações e chegou a dançar no palco. Ele declarou, em tom irônico: "Eu sou racista. É um genocídio, e eu gosto disso", antes de mencionar a doação do dinheiro.
Posicionamento político do comediante
Conhecido principalmente pela série "Seinfeld", o comediante tem manifestado apoio a Israel desde o início da guerra na Faixa de Gaza, desencadeada após os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023. Ele chegou a viajar ao país para se encontrar com familiares de pessoas sequestradas pelo grupo.
Sua mulher, Jessica Seinfeld, também se envolveu em manifestações relacionadas ao conflito. Em 2024, ela promoveu um ato pró-Israel na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), onde protestos contra a guerra provocaram confrontos entre manifestantes.






